
Noventa e nove anos
Em 25 de outubro de 1927, o Principessa Mafalda afundou diante da costa da Bahia com 1.259 pessoas a bordo, a maioria emigrantes a caminho da América. Para lembrar aquela noite e as vidas que ela marcou.
LerO que aparece no arquivo enquanto o livro se faz: documentos, jornais de 1927, perguntas que continuam abertas.

Em 25 de outubro de 1927, o Principessa Mafalda afundou diante da costa da Bahia com 1.259 pessoas a bordo, a maioria emigrantes a caminho da América. Para lembrar aquela noite e as vidas que ela marcou.
Ler
Uma reconstrução do navio para girar, abrir e atravessar, feita a partir de um cartão-postal do Lloyd Italiano, com os nomes das vítimas passando ao fundo.
Ler
Monfumo, Castelcucco, Cavaso del Tomba, Maser, Asolo. O que está on-line, o que não está, e como pedir os atos aos comuni sem perder a informação que importa.
Ler
Em 1913 um rapaz de vinte e quatro anos saiu do sopé do Monte Grappa para o Canadá. Três anos depois, uma pedra caiu do teto de uma mina de carvão. Quatro documentos contam o resto.
Ler
Não existe uma lista oficial completa de quem estava a bordo em outubro de 1927. Mas há papéis espalhados por três países, e é possível encontrar uma família neles. Este é o caminho que eu fiz.
Ler
No Galata Museo del Mare, uma placa de 2012 lembra o naufrágio e diz o que a Itália calou por décadas.
Ler
Seis dias depois do naufrágio, o livro de registro da Hospedaria do Brás anotou o nome de um navio que já estava no fundo do mar.
Ler