- Mariondo, OresteSeconda classe · Si salvòOreste Moriondo, nonno di Felipe
Oreste Moriondo viaggiava in seconda classe e andava a lavorare in una banca in Brasile. Secondo la memoria di famiglia, non sapeva nuotare. Quando la nave si capovolse, camminò sullo scafo, fu sbalzato in mare dalle esplosioni delle caldaie e si aggrappò a un pezzo di legno che galleggiava, finché arrivarono le navi dei soccorsi; la nonna di Felipe raccontava che fu il Formosa a raccoglierlo. A Salvador conobbe Maria Romana Calmon de Bittencourt, che sposò, e anni dopo i due andarono molte volte in Italia a trovare i genitori di lui. Nell’elenco di bordo è «Mariondo, Oreste», tra i superstiti della seconda classe.
Meu avô ele veio trabalhar em um banco e conheceu minha avó em Salvador BA Maria Romana Calmon de Bittencourt Moriondo. Ele não gostava de comentar, mas sabíamos que ele não sabia nadar e foi com um grupo de homens para se embriagar para talvez anestesiar o sofrimento, ele caminhou pelo casco quando emborcou e foi lançado na explosão da caldeira quando explodiu a segunda caldeira foi lançado novamente e ele batendo os braços se agarrou em uma madeira ou algo que flutuava e ficou parado pois estavam chegando navios para resgatar os sobreviventes, minha vó me falou que o Formosa o resgatou. Depois de alguns anos ele e minha vó viajaram muitas vezes à Itália para visitar seus pais.
Il racconto è di Felipe Moriondo, nipote di Oreste, inviato tramite il modulo del portale nell’ottobre 2026. Il nome di bordo è quello dell’elenco dei superstiti e delle vittime del 1927.
Raccontata da Felipe Moriondo. Ricevuta il 22 ottobre 2026.